Como sair da crise, sim nós podemos!

Como sair da crise, sim nós podemos!

A crise econômica, quando acaba?

Nos anos 80 havia um título de renda fixa chamado overnight, como disse o blogueiro social, era um investimento seguro com nome de boate ruim.

Esse título de renda fixa garantia o poder de compra do dinheiro investido de um dia para o outro, porque a inflação de único dia causava um prejuízo enorme.

A desvalorização do nosso dinheiro de 1990 a 1994, chegou a 781%.  Vivemos uma economia de guerra!

Investimento social, mudanças drásticas na gestão interna e os preciosos dólares de investidores internacionais expandiram a nossa economia.

Gráfico dos índices anuais de inflação.

 

Como sair da crise, sim nós podemos!

 

Demos uma aula de Economia ao mundo

Saímos de uma renda per capita anual de $ 2.805 em 2002 para $ 13.000 em 2011.

O PIB em 2002 era R$ 508 bilhões de dólares, elevou-se de tal maneira, que teve o seu pico em 2011 na casa dos 13 trilhões de reais.

Zeramos o compromisso com a dívida externa e passamos a ser credor internacional a partir de 2008.

Em 2012, o Brasil tinha 378 bilhões de dólares em reservas internacionais.

Mantivemos o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, em média 6% de variação anual, por 10 anos seguidos, de 2004 a 2014.

Em 2012 formos a 6° maior economia do mundo, segundo o FMI.

Em 2001, a população que vivia abaixo da linha de pobreza representava 27,5% de toda a população brasileira, em 2014 havia caído para 8,6%.

Esses números nos dizem que é possível sair do fundo do poço e dar a volta por cima.

Num país com dimensões continentais, com um território arável, repleto de recursos naturais e imenso potencial humano, é claro, podemos sair da crise e ainda crescer muito mais.

 

Lição aprendida: podemos dobrar o desempenho da nossa economia em apenas 10 anos.

 

O problema externo

Com a crise persistente do dólar no mercado internacional, ora o petróleo, ora a China, ora a crise imobiliária americana, japonesa e russa, o dinheiro vem e vai com uma velocidade que não se permite administrar os ativos do país de forma produtiva.

A crise econômica nos mercados americano e europeu, pressiona os nossos índices econômicos.

O que seria o ponta pé inicial para um país próspero, devido a grande massa de investimentos estrangeiros especuladores e que foram embora, voltamos a estaca zero na economia.

O panorama no mercado externo, sinaliza que estamos por nossa conta e risco, pois o mundo está envolto em problemas.

O dinheiro fácil acabou…

 

Lição aprendida: “contar apenas com os investimentos especuladores externos não é boa política.”

 

O que faz um país crescer?

Como sair da crise, sim nós podemos!

Em resumo, a poupança interna. A capacidade de poupar e investir, multiplicando recursos.

Cadê a poupança interna? Não há em volume suficiente para lastrear a economia.

O povo está ocupado, pagando dívidas longas e improdutivas.

Clientes sumiram das lojas, a indústria cortando a produção e a arrecadação do Governo caiu num momento de impasse político e econômico.

Nossos compatriotas se preocuparam apenas em comprar bens de consumo imediato a um custo financeiro absurdo, dando lucros enormes aos bancos.

A maioria dos bancos faziam captação de recursos em moeda estrangeira, porém, com a redução da oferta de moeda no mercado internacional, inclusive repatriando parte desses lucros aos seus países de origem, não teve outro jeito, quebramos geral.

 

O Governo precisou manipular a sua taxa básica de juros do mercado financeiro, a SELIC, procurando atrair mais investimentos.

 

Mas perdeu a mão quanto aos seus gastos e para cobrir seus compromissos, emitiu moeda e títulos sem o devido lastro da economia.

Saldo: inflação acima da prevista e o alto custo do dinheiro prejudicou a produção industrial e o crédito.

Mercado estagnado novamente.

Esperar pelo Governo não é uma boa medida para sair da crise, vamos sentar à beira do caminho e chorar?

Ou vamos aprender com nossos erros e retomar ao caminho do progresso?

 

Lição aprendida: em terra de poucos recursos quem tem dinheiro é Rei! Poupança urgente!

 

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A dívida pública federal

Um fato importante e pouco comentado na mídia é a dívida pública.

É uma conta que o Governo Federal gasta 5% da renda nacional para pagar somente os juros da referida dívida.

A dívida pública federal é o ponto nevrálgico da nossa crise interna.

Em 2015, o Governo federal gastou 47% do orçamento em amortizações desta dívida.

O montante da dívida pública é equivalente a 65% do PIB. E cresceu 11,42% em 2016.

Os 500 maiores devedores da previdência social são responsáveis por uma grande fatia da dívida.

Os devedores da Receita Federal andam próximos do primeiro grupo.

O Governo federal, sem os recursos projetados, emite títulos para captar dinheiro e cumprir com seus compromissos.

Ultimamente, emite títulos para pagar outros títulos vencidos.

É urgente a reforma política, administrativa, fiscal e tributária.

 

Lição aprendida: “instituições públicas bem administradas com um sistema jurídico efetivo ao manter a ordem é o que precisamos com urgência!”

 

 

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Mas, enquanto o Governo não faz o seu papel, como ficamos?

Não esqueçamos: a crise de 2008 foi muito pior que a atual.

O índice Bovespa, importante indicador no mercado financeiro, caiu -41,22% em 2008.

O pânico foi generalizado, empresas faliram e muita gente perdeu seus empregos.

Alguns para fugir da crise foram para o mercado de ações e queimaram a poupança de uma vida.

Em 2009, o Bovespa valorizou 82,66%, ou seja, num único ano veio a recuperação.

Vimos a partir daí alguns anos de prosperidade.

Quem não se desesperou, se manteve investidor, superou a crise e ainda cresceu.

 

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Qual a diferença entre quem quebrou e quem ganhou dinheiro?

A história nos conta que contra o empreendedorismo, boa gestão e investimento não há crise que resista.

Não esquecendo que as mais sólidas empresas do mundo nasceram e cresceram em tempos turbulentos.

O dinheiro sumiu?  É lógico que não, apenas está retido.

O fenômeno econômico do consumo reprimido é uma realidade.

Mas, a sua empresa, qual onda está surfando?

Se encolhendo até sumir ou inovando para aproveitar as oportunidades?

Como você pretende “desentocar” o dinheiro?

 

Como sair da crise, sim nós podemos!

 

Entenda: não há estabilidade, quem não cresce, quebra!

Em meio as crises, o seu patrimônio tem chances de crescer!

Afinal, quando é que as taxas de juros são mais altas na remuneração do seu capital?

Ou, quando é que surgem excelentes negócios, com margens de lucro melhores?

A resposta mais lógica é: na crise!

Benjamin Franklin, pioneiro americano dizia ” a necessidade nunca fez bons negócios”.

Quem precisa, paga! Quem tem? Ganha.

Será que reagir a estagnação, saindo do estado de necessidade para o de fornecedor de soluções, não é a melhor ação?

 

É época de comprar?

Trabalhei anos em concessionárias de veículos.

A mais recente dentre elas, iniciada em 1993, começou como  uma modesta revenda FIAT, atualmente conta com 75 concessionárias de 12 marcas diferentes.

Um dos sócios fundadores sempre lembra: “é nas crises que a gente sempre encontra uma bandeira bem barata pra comprar.”

Há uma lógica simples e eficaz em tudo isto.

 

A solução para crise é economizar, poupar e investir?

 

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Economizar

É reorganizar todos os recursos que temos para dar-lhes um fim produtivo, por exemplo, quando trocamos nosso carro 2.0 por um 1.4, vamos continuar nossos deslocamentos chegando 10% do tempo mais tarde, mas gastando 40% a menos de combustível, o dinheiro poupado na economia de combustível poderá ser investido de forma mais produtiva.

Economizar é pôr ordem na casa, é ter um orçamento empresarial e doméstico, questionando cada despesa, se poderão ser evitadas ou reduzidas e com a diferença aumentar o patrimônio através de investimentos e empreendimentos gerando prosperidade.

 

Poupar

É o recurso retido. Se você economizar durante todo dia, retendo R$ 10,00, ao final do mês, terá retido R$ 300,00.

Sua poupança de R$ 300,00 poderá ser encaminhada a uma aplicação para multiplicar rendimentos ao seu favor.

A poupança é o que nos permite investir.

 

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Investir

É quando você pega a sua poupança e a aplica num empreendimento ou títulos financeiros, que renderão juros e ficarão a salvo da inflação.

Albert Einstein já dizia “os juros compostos são a força mais poderosa do Universo”.

Da mesma forma que você vê a dívida num cartão de crédito crescer ou quando você faz cálculo dos juros!

 

Que tal inverter a lógica e ganhar juros em vez de pagá-los?

 

Atualmente existem títulos públicos, os mais seguros por sinal, cuja a aplicação inicial é de R$ 30,00.

Investir faz o seu dinheiro trabalhar por você, este é o princípio da renda passiva, aquela que você recebe extra ao trabalho.

 

Como investir pouco e obter excelente retorno?

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Por exemplo:

Se você puder aplicar R$ 500,00 por mês, num título negociado pelo Tesouro Direto, SELIC, por 36 meses.

Receberá ao final do prazo acordado R$ 20.000,00

Rentabilidade em moeda de R$ 2.000,00, após descontar a inflação e o imposto de renda.

E estamos falando sobre uma das melhores aplicações financeiras.

E se fossem 180 meses, qual seria a simulação?

Com os números da economia atual, os R$ 500,00 por mês, viram em torno de R$ 200.000,00 em 15 anos.

 

 

Como sair da crise, sim nós podemos!

 

Tem alguma opção melhor?

No HS consorcios, você começa a investir o mesmo dinheiro. Usando o exemplo acima.

Simulando a contemplação nos primeiros 60 meses, ao final do prazo acordado você retira algo em torno de R$ 500.000,00.

Isso mesmo! Mais que o dobro!

Tem a inflação corrigida anualmente, não paga taxas extras, somente o pequeno percentual mensal de administração.

Qual é o seu estresse com o consorcio? Nenhum.

Já existe o débito em conta, inclusive.

Quer ir a R$ 1.000.000,00?

É só escalar o seu consorcio.

Você nunca estará limitado no consorcio.

 

Toda a forma de lucro é fruto do risco, só progrediu quem ousou, saiu da zona de conforto, foi atrás e fez.

 

Quanto mais você aprender sobre investimentos, melhor se protege dos riscos.

Acredite, você pode ter os bens e ter o dinheiro, a diferença é o tempo para consegui-los.

A conta do sucesso é bem simples, ganhar mais, gastar menos e investir a diferença.

Como diz a minha mãe: em dias de tempestade “o prevenido zomba do tempo”.

Exerça seus direitos como cidadão, seja sustentável e saia da Zona de conforto, invista hoje!

Tenha atitude e evite as crises futuras.

 

Como sair da crise, sim nós podemos!

 

Investir hoje num consorcio é uma necessidade, não adie a sua decisão.

Todo tempo que você aguarda até as coisas melhorarem, será apenas tempo perdido.

O dinheiro perdido não retornará ao seu patrimônio.

 

Vamos falar hoje sobre a sua cota de consorcio.

 

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